Um look por mês

A maioria das mulheres ama comprar roupas, certo?! Eu não! Até acho que sou de outro universo, pois tenho muito dificuldade neste quesito. O que gosto custa os olhos da cara e aquilo que está num preço acessível, não me agrada. Além disso, essa é uma missão quase impossível porque não tenho paciência de escolher e experimentar várias peças ao mesmo tempo. Das vezes que preciso comprar algo para vestir é porque vou em algum evento ou pela extrema necessidade - isso serve para tudo: desde lingerie até calças e blusinhas básicas. 

A maioria das peças que estão no meu guarda-roupa foram presentes da minha mãe. Ela tem o dom de comprar roupas, consegue garimpar e combinar ótimos looks - diz ela que enquanto ela está na loja escolhendo, vai me imaginando dentro de cada roupa. Mas como estamos longe e os presentinhos não são tão frequentes, para este ano defini como meta comprar uma peça ou um look completo por mês. Pensando que não compraria nem um par de meia, consegui realizar tal façanha nos meses de janeiro, fevereiro e março. 

No mês de janeiro comprei duas calças numa loja de departamento por apenas alguns dinheirinhos. 
Uso as duas para trabalhar.



Com o calor infernal de fevereiro, estava impossível usar calça. Antes mesmo de colocá-la, já estava suando e a bendita não entrava. A solução foi comprar uma bermuda social. Rodei as lojas na busca de uma na cor preta, mas acho que todas as mulheres tiveram a mesma ideia que eu. A única que encontrei no meu tamanho foi na cor grafite. 



Neste mês me superei, comprei quatro peças. Dias atrás, teve ponta de estoque num armazém perto do trabalho e por apenas 40 reais comprei uma camisa e uma calça de lycra da marca Fiorucci.






Semana passa num passeio com a amiga Aline, comprei um kimono super fofo. Para usar por baixo, escolhi uma blusinha de cetim preta.





O conjunto de kimono e blusinha usei ontem com a calça preta. Para a meia estação é uma peça excelente, já que pode ser combinado para o dia ou noite.



No Pinterest criei o painel 'Meu estilo'. Se você navegar nele vai ver que tenho bom gosto - e que as roupas e combinações dizem muito sobre mim. O que me falta é paciência e lojas certas para montar meu guarda-roupa. Com a meta de comprar uma peça por mês, não me estresso quando tenho que experimentar várias numa vez só. 

Eu ❤ 80

Nascida nos anos 80 e fã do que marcou essa década e a de 90, estou in love pela coleção de estampas de camisetas da loja No Meu Tempo Era Assim.

Eu mesma estou desejando muito estas daqui ó (esposo, leia essa postagem, leia essa postagem...):

Desenho animado






Filme




Música





Novela



Frase



Anos 80



Para quem vivenciou o que as estampas mostram, é impossível escolher apenas uma. 

Obs.: este post não é publieditorial.

Como eu me sinto sendo mulher?

Pois bem, ser mulher... Definitivamente posso dizer que de uns meses para cá passei a ser "mulher de verdade". Precisei ser mais firme com a vida para não ser mais vista como uma adolescente que poderia ser manipulada.

No último Natal, a 'ficha caiu' quando numa conversa com minha família falei: "Eu mudei, não tenho mais 15 anos. Todo mundo muda, amadurece, faz escolhas. Por que comigo não pode ser assim também?!". Algumas pessoas ainda me vêem como a Gabrielle que solta a gargalhada alta, chega chegando e só faz os outros rirem. Esquecem que com o tempo a essência fica e algumas atitudes vão embora...

Beirando os 3.1, ainda faltam alguns acontecimentos para minha vida ser mais completa. Muitas coisas contribuíram para sermos apenas dois e viver de aluguel até agora. Poderia estar com a vida mais mansa, sem muitas expectativas e não ter esperando tanto para ter um bebê. Embora gostaria de estar no que é meu e com dois filhos puxando minha camiseta, prefiro não lembrar do passado ou me comparar às pessoas. Apenas vivo o presente e olho pra frente. Tudo acontece no momento certo! 

A frase "Como me sinto sendo mulher?" me fez enxergar o que exatamente sou e tenho de melhor. Casei com um homem muito especial, meu lar é cheio de amor, trabalho em algo que gosto, me relaciono bem com as pessoas e a família que mesmo distante, sempre se faz presente graças a tecnologia.

Segurança, tolerância, dizer mais não e deixar de lado aquilo que não me faz bem, também foram escolhas fundamentais para ser mais feliz.



Hoje aos 30 sou mulher de verdade. Amanhã, mais ainda...

Essa postagem é uma iniciativa da Cooperativa de Blogs, um grupo no Facebook criado pela blogueira Aline Molleri
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