Brigadeiro de Chuchu

Convidei um casal de amigos para jantar aqui em casa. O cardápio escolhido foi quibe cru, pasta homus (grão de bico) e pão sírio - o menu árabe veio na cabeça porque os dois gostam de carne mal passada.



Convite aceito, Aline perguntou se poderia fazer a sobremesa aqui em casa. Satisfeita com a ideia, fui surpreendida quando ela me falou que seria brigadeiro de chuchu, e não o tradicional.

Sem acreditar que o chuchu se transformaria em brigadeiro, após a janta preparamos o doce conforme imagem abaixo (Aline viu no Pinterest):



A massa desgrudou da panela como o brigadeiro tradicional. E apesar de usar alguns ingredientes "incomuns", comentamos que as substituições valem muito a pena.





Empolgadas, esquecemos de fotografar todos os ingredientes expostos e o passo a passo.

Com as cabeleiras espalhadas e usando o uniforme do trabalho, dá pra perceber que ficamos bem felizes com o resultado.

O brigadeiro de chuchu tem e metade de calorias, é saudável e ameniza a compulsividade pelo chocolate quando estamos de dieta ou na TPM.

Te convido para dar uma passeada no blog da Aline: Hipermetropia Fashion. Lá ela fala do seu cotidiano e dá dicas de maquiagem para quem usa óculos de grau.

Se você se aventurar em fazer o brigadeiro de chuchu, passa aqui depois e me conta o que achou! 

Costura é um "estado de espírito"

Fonte

Nunca me interessei em aprender a costurar roupas e das poucas vezes que precisei fazer isso, foi para fazer uma barra de calça e pregar o botão de uma camisa. Admiro quem tem a arte de moldar, cortar, medir e costurar. Colocar a roupa, se olhar no espelho e ficar satisfeito em confeccionar sua própria peça.

Esses dias, inventei de querer fazer alguns caseados nas minhas camisas de uniforme. Tive essa ideia porque a distância entre um botão e outro é muito grande (abrindo os espaços e fazendo aparecer o sutiã). Comprei botões idênticos ao da camisa e lá na loja de armarinhos já imaginava como as camisas ficariam depois de prontas.

Como a Janome tem a função caseado, iria economizar uns trocados sem precisar levar as camisas à costureira. Treinei em uns retalhos antes de casear as camisas e me assegurei de que daria tudo certo.

Infelizmente após duas tentativas, quase estraguei a camisa. Na primeira, o caseado não ficou no local certe e tive que desmanchar. Já na segunda e última, o tecido não correu embaixo do calcador e a linha puxou, franzindo o tecido.

Muito frustada, desliguei a máquina e fui para o sofá tentar "salvar" meu erro. Com a ajuda do abridor de caseado consegui tirar a linha, mas mesmo assim, puxei alguns fios da camisa. Sem pensar em tentar costurar outra vez, coloquei as camisas e os botões numa sacola, levei-as para o trabalho e pedi para uma colega do trabalho entregá-las para sua a avó que costura roupas há anos.

Pode ter sido a falta de experiência, a máquina de costura que não colaborou ou o tecido que "quis" engatar no calcador. Ou também, algumas coisas que deram errado no meu dia foram passadas para a costura. Tenho isso comigo para tudo que vou fazer - seja no preparo de um prato, na hora de degustar um alimento, me maquiar - e com a costura é a mesma coisa. Se não estou bem, as coisas não saem bem... 

Amanhã as camisas ficam prontas. Estou ansiosa para ver como ficaram. 

Minha rotina de todo dia


Rotina todo mundo tem e acho que ela é fundamental para criarmos o hábito do 'saber fazer'. 


Algumas amigas que entraram para o 'Clube das Casadas' neste ano me perguntam como concilio a vida profissional, a casa e o marido. Digo a elas que as coisas se ajeitam com o tempo, tudo é adaptação e se temos uma rotina, nossas tarefas ficam mais fáceis e consequentemente executamo-as de olhos fechados. E independentemente de colocar a roupa para bater pela manhã ou à noite, seguir uma linha de tarefas é mais fácil para colocar a vida em ordem.

Um pouco do meu dia a dia:

6h30 - Acordar, ir de olhos fechados para o banho e tentar acordar embaixo do chuveiro. Na cozinha o esposo dá a ração para a Pequena, prepara o café e coloca a mesa;
6h45 - Colocar a calça, uma camiseta simples, enrolar a toalha na cabeça como se fosse um turbante e preparar a bolsa da academia;
7h00 - Tomar café e conversar com o esposo sobre nossa noite: quem roncou mais, como foi o sono, se dormiu bem e sonhou com o quê;
7h15 - Passar nossas camisas, escovar os dentes, pentear o cabelo, passar protetor solar, perfume e batom. O esposo neste momento leva a Pequena para passear;
7h30 - Fazer a marmita de bolachas integrais, iogurtes e frutas. Colocar a camisa, pegar as bolsas, fechar a porta e voltar a abrir porque esqueci o celular;
8h00 - Chego no trabalho;
18h00 - Sair do trabalho, enfrentar o trânsito e chegar na academia faltando 10 minutos para a aula de Jump (que começa às 19h);
19h30 - Ir para a musculação e fazer toda rotina de exercícios com o fone no ouvido, focada para não dar tempo de ter conversa e quebrar o treino;
20h30 - Chegar em casa, pendurar a bolsa na cadeira, dar 'oi' para o esposo e para a Pequena, tomar banho e vestir uma roupa confortável;
20h45 - Fazer um lanche com o esposo e conversar sobre o nosso dia;
21h00 - Começar a fazer a janta (que também é o almoço do esposo) e enquanto a carne está cozinhando, separo as roupas e coloco para bater;
21h30 - Guardar as comidas em potes, espiar a novela ou algo que está passando na TV e terminar de limpar toda cozinha;
22h00 - Tirar a carne do congelador e colocar na geladeira, estender as roupas e guardar as coisas que estão espalhadas pelo apê;
22h30 - Sentar no sofá com o esposo e a Pequena, me inteirar das redes sociais, ler meus e-mails e jogar no celular;
23h00 - Escovar os dentes, passar meus cremes e deitar na cama para ler um pouquinho;
23h30 - Sinto o esposo deitar na cama, damos boa noite um para o outro e pegamos no sono.

06h30 o celular toca e começa tudo de novo...

No meio disso falo com minha mãe, vou ao banco na hora do almoço, ao supermercado, assisto minhas séries e filmes e também tiro um tempinho para costurar. A faxina pesada (passar pano, tirar o pó, arrumar os armários e gavetas, limpar os vidros e os eletros) eu e o esposo fazemos na sexta-feira à noite ou no sábado. No decorrer da semana, o Fred passa o aspirador de pó quando chega do trabalho e me ajuda bastante com os afazeres domésticos: tira o lixo, seca a louça, recolhe e dobra as roupas, faz a pipoca para o nosso filme e prepara chá para mim quando já estou deitada.

E assim a gente vai vivendo, um dia de cada vez... 
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